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Video commerce para VTEX: avaliação técnica para time de tecnologia

Em VTEX a decisão não é do marketing sozinho. Este guia trata do que o time de tecnologia vai perguntar: onde o componente entra no IO, o que ele faz com o Checkout SDK e qual o custo de manutenção real.

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Usado por mais de 6 mil lojas. Leitura de 11 min.

Vídeo do iShorts com card de produto, preço e botão de compra dentro do player

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Carrinho nativo da loja

IO
Arquitetura
IO
Store Framework
SDK
Carrinho

Por que a avaliação em VTEX é diferente de qualquer outra plataforma

Em Nuvemshop ou Tray, instalar um app de vídeo é uma decisão de marketing que se resolve em uma tarde. Em VTEX, não. A loja tem time de tecnologia próprio ou agência implementadora, ambiente de desenvolvimento separado da produção, fluxo de homologação e alguém que responde por performance da vitrine com número em dashboard.

Isso reordena as perguntas. Ninguém em VTEX pergunta primeiro se o player é bonito. Pergunta onde o componente entra na árvore do Store Framework, se ele respeita o contrato de blocos do IO, se adiciona ao carrinho pelo caminho suportado pela plataforma e quanto ele adiciona de JavaScript num bundle que já é grande. Um guia que não responda isso não passa da primeira reunião.

Há também o fator de ciclo. Uma mudança na vitrine VTEX passa por workspace de desenvolvimento, revisão, teste em ambiente e promoção para master. Ferramenta que exige customização profunda no tema entra numa fila que pode levar semanas. Ferramenta que se resolve com um bloco declarado no tema e configuração fora do código entra na mesma semana. Essa diferença de tempo de implantação costuma ser decisiva mais do que qualquer recurso de player.

Por último, o perfil de catálogo. Loja VTEX tende a ter catálogo grande, muitas SKUs, busca facetada configurada com cuidado e coleções montadas por regra. Vídeo nesse cenário não é decoração de home: é uma camada de curadoria sobre um catálogo que o cliente não consegue percorrer inteiro.

O que o time de tecnologia vai querer confirmar

Se a resposta a qualquer um destes itens for vaga, é sinal de que a ferramenta foi construída para plataformas de autoatendimento e adaptada depois para VTEX.

Como o componente é declarado no Store Framework

A pergunta concreta: o vídeo entra como bloco declarável no tema, posicionável em store.home, store.product e store.search, ou exige um componente customizado mantido pelo seu time? A primeira opção transfere manutenção para o fornecedor. A segunda cria código próprio que alguém vai ter que manter em cada upgrade de app da vitrine.

Caminho de adição ao carrinho

Em VTEX o caminho suportado passa pelo orderForm, via Checkout SDK ou pela API de carrinho. Isso preserva promoções configuradas no módulo de promoções, política comercial correta, seller na operação multi-seller e o pixel da loja. Ferramenta que abre carrinho próprio quebra política comercial e inviabiliza qualquer leitura de atribuição.

Operação multi-seller e política comercial

Loja com marketplace in ou várias políticas comerciais precisa que o botão do vídeo respeite o contexto do usuário: preço da política vigente, seller correto, disponibilidade regional. Vídeo que adiciona SKU ignorando política comercial gera pedido com preço divergente, e isso vira incidente financeiro, não bug de front.

Compatibilidade com headless e FastStore

Se a vitrine é headless, o requisito muda: você precisa de um SDK ou de um componente consumível no seu front, não de um script pensado para tema renderizado pela plataforma. Confirme isso na primeira conversa. É o ponto que mais tarde vira retrabalho.

Orçamento de performance da vitrine

Peça o número de KB adicionado ao bundle e o comportamento de carregamento. A implementação aceitável entrega o vídeo por CDN, com download iniciado apenas na entrada em viewport, sem bloquear renderização. O maior elemento de renderização da página deve continuar sendo o que já era antes: o banner da home ou a imagem principal da PDP.

Ambientes e workspace de teste

Você vai querer validar em workspace antes de promover. Confirme que a ferramenta permite configuração separada por ambiente, ou pelo menos que a publicação dos vídeos seja controlada e não apareça em produção durante o teste.

Governança de conteúdo entre times

Quem publica vídeo no dia a dia é marketing; quem responde por performance é tecnologia. A ferramenta precisa permitir que marketing troque vídeo sem abrir tarefa de deploy. Se cada vídeo novo exigir publicação de workspace, a operação para no segundo mês.

Lojas que já vendem com vídeo

Mais de 6 mil lojas usam o iShorts nas principais plataformas do Brasil.

  • Beide
  • Café com Deus Pai
  • Ela Up
  • Esplanada Móveis
  • Exx Nutrition
  • Les Cloches
  • Loja Rendere
  • Modern Clixx
  • Peregrino Nacional
  • Primacial
  • Ropek
  • Saint Germain Brand
  • Silver Crown
  • Store Guette
  • Use Adel
  • Use a Ela
  • Use Tha Beauty
  • Ysy Acessórios
  • Zanne Joias

Vídeo com o CMS da VTEX ou com camada dedicada de video commerce

A VTEX já permite montar seções com vídeo pelo Site Editor. Vale separar o que isso resolve do que não resolve.

CritérioSeção de vídeo no Site EditorCamada de video commercerecomendado
Compra dentro do playerNãoSim, via orderForm
Formato vertical navegávelDepende do componenteNativo, com swipe
Vários SKUs por vídeoNãoSim
Quem publica no dia a diaMarketing, dentro do Site EditorMarketing, em painel próprio
Atribuição de receita por vídeoNenhumaCliques, carrinho e receita
Esforço do time de tecnologiaConfiguração de blocoDeclaração inicial e nada depois
Quando bastaVídeo de campanha na homeCatálogo em que o vídeo decide a compra

Quer ver isso aplicado ao seu catálogo?

Uma demonstração guiada, com os seus produtos e os seus vídeos.

Onde vídeo tem mais retorno em catálogo grande

Em loja com catálogo pequeno, vídeo na página de produto é quase sempre a prioridade um. Em VTEX com dezenas de milhares de SKUs, a resposta é menos óbvia, porque você não vai produzir vídeo para o catálogo inteiro e nem deveria.

A ordem que costuma funcionar é: comece pelos SKUs que concentram receita e pelos que concentram devolução. O primeiro grupo justifica o investimento por volume. O segundo é onde o vídeo tem o retorno menos visível e mais lucrativo, porque devolução em operação grande custa logística reversa, recondicionamento e SAC.

A segunda frente é a página de resultado de busca e as coleções. Numa vitrine com busca facetada bem configurada, o cliente ainda enfrenta dezenas de resultados equivalentes. Um feed vertical de vídeo na listagem funciona como curadoria: mostra o produto em uso e desempata a escolha sem que o cliente precise abrir cinco PDPs em abas.

Home fica em terceiro, e isso frustra quem pediu o projeto. Vídeo na home tem valor de marca e de descoberta, mas o efeito sobre conversão é indireto. Se a única entrega possível no primeiro trimestre é a home, o projeto vai ser avaliado pelo indicador errado.

Perguntas frequentes sobre video commerce em VTEX

Sim. A adição passa pelo carrinho nativo da plataforma, o que mantém promoções do módulo de promoções, política comercial vigente, seller correto em operação multi-seller e o pixel da loja. Nenhum checkout paralelo é criado.

iShorts

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