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Video commerce ou provador virtual: custo, cobertura e o que resolve

Provador virtual com realidade aumentada impressiona em demonstração. O que decide se ele entra na loja é cobertura de catálogo e custo de manutenção por SKU.

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Usado por mais de 6 mil lojas. Leitura de 9 min.

Vídeo do iShorts com card de produto, preço e botão de compra dentro do player

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Carrinho nativo da loja

Por SKU
Custo AR
Catálogo
Cobertura
Celular
Produção vídeo

Provador virtual ou vídeo: qual resolve mais dúvida de compra?

Depende da dúvida. Provador virtual responde bem a uma pergunta específica e restrita: como este item fica em mim. Ele funciona melhor em óculos, maquiagem, relógio e algumas categorias de acessório, onde o encaixe é previsível e o modelo tridimensional é viável. Vídeo responde a um conjunto muito maior de dúvidas, incluindo escala, movimento, textura, qualidade percebida e uso real, e cobre qualquer categoria com um celular. A diferença prática é de cobertura e custo: AR exige um ativo tridimensional por SKU, com custo e manutenção por item; vídeo exige uma gravação, que pode até cobrir vários produtos ao mesmo tempo.

Cobertura de catálogo

O que trava um projeto de AR quase sempre

Uma demonstração de provador virtual é convincente porque é feita sobre dois ou três produtos preparados com cuidado. O problema aparece quando a pergunta passa a ser sobre os outros oitocentos itens do catálogo. Cada SKU precisa de um modelo tridimensional, de calibração de encaixe e de teste em vários aparelhos, e isso não é um custo de projeto, é um custo por item que volta a cada coleção nova.

Enquanto a cobertura é parcial, a experiência da loja fica inconsistente. Alguns produtos têm o botão de provar, a maioria não tem, e o visitante que experimentou o recurso em um item passa a estranhar a ausência dele nos demais. Inconsistência em página de produto costuma gerar mais atrito do que a ausência total do recurso.

Há também o fator dispositivo. Recursos de AR dependem de câmera, permissão do usuário e capacidade do aparelho. Uma parte do tráfego não vai conseguir usar, outra parte não vai querer conceder acesso à câmera, e uma terceira vai abandonar no meio da calibração. O recurso existe, mas o alcance efetivo é menor do que a audiência da página.

Nada disso desqualifica a tecnologia. Em óptica, por exemplo, provar armação em AR resolve a dúvida central da categoria e reduz devolução de forma direta. O ponto é que o projeto precisa ser avaliado por SKU coberto e por custo recorrente, não pela sensação da demonstração.

Comparativo por critério de implantação

Critérios que aparecem na avaliação real de quem tem que aprovar o orçamento. As linhas em que o AR ganha estão listadas com a mesma clareza.

CritérioProvador virtual em ARVideo commercerecomendado
Resposta a "como fica em mim"Ganha, é o propósitoMostra em outra pessoa
Personalização por clienteGanha, usa o rosto ou o corpo deleNenhuma
Cobertura de catálogoUm modelo 3D por SKUUm vídeo pode cobrir vários itens
Custo por item novoRecorrente a cada coleçãoGravação de celular
Categorias atendidasÓculos, maquiagem, acessórioQualquer categoria
Dependência de câmera e permissãoTotalNenhuma
Mostra textura, som e uso realNão, é uma simulaçãoSim
Prova socialNenhuma, é você mesmoAlta com conteúdo de cliente
Tempo até o primeiro resultadoSemanas ou meses de modelagemDias, com acervo existente
Reaproveita conteúdo de redes sociaisNãoSim, direto

A recomendação vale para loja que precisa cobrir catálogo inteiro com orçamento previsível. Em óptica e maquiagem, com catálogo restrito e dúvida concentrada em encaixe, o provador virtual pode ser a escolha melhor.

Lojas que resolveram cobertura com vídeo

Mais de 6 mil lojas usam o iShorts, de catálogo enxuto a operação com milhares de SKUs.

  • Beide
  • Café com Deus Pai
  • Ela Up
  • Esplanada Móveis
  • Exx Nutrition
  • Les Cloches
  • Loja Rendere
  • Modern Clixx
  • Peregrino Nacional
  • Primacial
  • Ropek
  • Saint Germain Brand
  • Silver Crown
  • Store Guette
  • Use Adel
  • Use a Ela
  • Use Tha Beauty
  • Ysy Acessórios
  • Zanne Joias

Quando investir em AR compensa

A tecnologia não é o problema. O que decide é a relação entre o custo por SKU e o quanto a categoria depende de encaixe.

AR compensa

  • Catálogo restrito, com poucas dezenas de modelos ativos
  • A dúvida central da categoria é encaixe no corpo ou no rosto
  • Óptica, maquiagem, relógio ou joia de tamanho crítico
  • Existe orçamento recorrente para modelar cada lançamento
  • A devolução por tamanho ou tom é o maior custo da operação

Comece pelo vídeo

  • Catálogo grande, com coleções trocando várias vezes por ano
  • A dúvida é sobre escala, uso, textura ou qualidade percebida
  • A marca já grava vídeo vertical toda semana e não usa na loja
  • O orçamento é único, sem verba recorrente de modelagem 3D
  • A operação precisa mostrar resultado em semanas, não em trimestres

Quer cobrir o catálogo inteiro primeiro?

Demonstração com os seus produtos, para comparar esforço real entre as duas abordagens.

Perguntas frequentes

Em categorias onde a devolução é causada por encaixe ou tom, como armação de óculos e maquiagem, existe efeito claro. Em categorias onde a devolução vem de expectativa de tamanho, textura ou qualidade, a simulação ajuda menos, porque não é essa a dúvida que ela responde.

iShorts

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